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Muito Antes de Physis e Arché

Este post se destina a guardar um determinado grupo de posts escritos no Facebook durante o carnaval, para que eu possa reler novamente em outro momento.
“Quando vemos áreas intocadas pelo homem, vemos que todas as espécies estão em harmonia, cada uma desempenhando uma função no ecossistema para mantê-lo, para manter a vida, de forma que possam sobreviver. Onde o ser humano chega, é tremendamente destrutivo, *usa* a natureza para explorar, retira até o talo sem preservar, sem se importar com as outras espécies, prejudicando a sobrevivência de todas, muitas ele mata para torná-las em elementos de consumo, até extinguir. Desta forma estamos destruindo nosso habitat e tudo que permite que continuemos a viver. Somos uma espécie burra, suicida e arrogante, porque ainda clamamos ser o topo da evolução de um planeta, que sem nós, seria um paraíso de abundância e paz. Somos as espécie mais tosca e destrutiva, nossa função no ecossistema é de parasitar e exterminar. Não fomos expulsos de paraíso nenhum, ainda estamos nele, destruindo-o vorazmente. Na verdade, nós é que estamos expulsando o paraíso.” 23 de fevereiro às 07:50

“A sexta extinção em massa está em curso, desta vez o homem é o asteroide. Nos últimos 40 anos exterminamos 60% da vida na terra, para consumir. Em uma década não terá mais água e comida para tantos bilhões de consumidores. Se tanto. Já é tarde demais. Os recursos destruídos levariam pelo menos 5 milhões de anos para se recuperarem, SE SUMÍSSEMOS NESTE SEGUNDO. Somos aqueles que nasceram para (mais…)

Physis e Arché, Último Capítulo

(ou A Lenda do Uno, ou A Crônica do Lavoisier Entediado. Feliz 2020!
~Era uma vez o Uno. Mas ser uno entediou-o profundamente. Nada de novo acontecia. Explodiu-se em trilhões de fragmentos, e seus pedaços passam a eternidade buscando a integridade, sem nunca alcançá-la, porque quando um pedacinho se lembra de onde veio e para onde vai, tudo já mudou novamente de lugar. Então ele se tranforma no processo e é sempre tomado novamente pelo esquecimento, porque o reencontro com o Uno não dura um segundo, e lhe remete ao tédio. Então o Uno ainda é uno, porque mesmo tão fregmentado, não teve como desagregar-se. Mas cada fragmento sempre pode esquecer-se e reviver novas velhas histórias, como se tudo fosse novo, novamente. Eternamente dormir e acordar, recordar-se e olvidar-se e adormecer novamente, para que jamais fique preso no tédio, jamais novamente. Todos os fragmentos ligados por um fio, para que tudo que cada um faça, se reflita no resto como novidade, garantindo que ele mesmo não recaia no tédio novamente, de ser um só, que nada tem a fazer. Na solidão de ser Uno, precisou ser zilhões de pedacinhos, para cada pedacinho ter a ilusão de que tem outros fragmentos para interagir. Mas coitados, são todos aspectos e manifestações deles mesmos, ou ainda, dele mesmo, e tão logo percebem, voltam ao tédio. Para serem brevemente reciclados no processo de esquecimento chamado enganosamente de “morte”. Tão apenas para se manifestarem outra vez, de outra forma, e viver novidades com outros esquecidos fragmentos eternamente reciclados.

Ainda Physys e Arché

Tenho desejado produzir mais texto, porém eu tenho muita coisa pra estudar. Eu já estou no quarto semestre de filosofia e “me vi em béstia” porque assistir às aulas e colocar na prova o que estava no conteúdo é fácil. Mas tornar-se filosofa não é isso. Eu não senti que construí um pensamento em mim, ou ainda um pensar filosófico. Nos últimos dias eu não pude produzir texto “meu diário” porque estou ocupada tentando dar conta da (mais…)

Post Inaugural

Esse blog só surgiu porque tive a necessidade de publicar um texto que surgiu offline. Cansei do Facebook e lá nem é o lugar adequado. No OpenOffice deu 14 páginas. O que fazer com isso? Achei por bem compartilhar. Está praticamente sem links, sem nada. Com erros. Bem cru, quase que do jeito que saiu. Basicamente minha associação livre sozinha ao estudar.

Eu venho melhorar isso. Vou arrumar com calma.

Pra quem me conhece e perdeu o fio da meada em algum lugar do passado, eu me retomo aqui. Uma busca que surgiu 2001 com o Wumanity.com (domínio este que não possuo mais), e busca esta que não morreu (mais…)

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